• Rubens Curi

TEXTOS DOS VÍDEOS POSTADOS NO YOUTUBE DE ABRIL A OUTUBRO/2019

LADRA ABSTRAÇÃO - https://youtu.be/lAsW9ntH8YE

Somos algo que criou uma abstração para se referir a si próprio. Esta, acreditando ser o si próprio, fez dele marionete a serviço de toda sorte de entretenimento: FÍSICOS, MENTAIS, EMOCIONAIS E, ATÉ, ESPIRITUAIS. Faz-nos acreditar que ela, a abstração, é aquilo que somos. Há muito tempo prisioneiros dela, já não vislumbramos vida fora da sua cela, e quando dormimos, exaustos, os sonhos de uma outra vida possível nos parecem pesadelos. Acordamos desesperados. Ao nos depararmos com a conhecida cela em que vivemos, rendemos homenagem àquela que nos aprisiona - como é bela e generosa para conosco, pobres coitados, e como nos entretém e encanta com suas narrativas sobre nós mesmos.

Somos algo que criou uma abstração para se referir a si próprio, e ela nos roubou de nós mesmos.


LAVAR-SE POR DENTRO - https://youtu.be/rCcRUlme3Ms

Em nós, humanos, a consciência tem se mostrado, ao longo do tempo, com nuances belas e horrendas. →Belo, quando une, cuida. →Horrendo, quando fragmenta, maltrata.

No cotidiano das relações em nossa bolha humana, desenvolvemos o hábito de seguir cegamente psicoguiados por mimimis e bate-pés medrosos e egóicos, baseados em gosto/não gosto, concordo/não concordo, isso é bem/isso é mal. Tal comportamento sufoca nossa percepção e alimenta os horrores da fragmentação e maus-tratos, impedindo o possível bem-estar de todos neste planeta.

Será a consciência capaz de lavar-se por dentro, por ela mesma, e em nome das belas inteligência e sanidade?


NADA FLORESCE - https://youtu.be/1JHSJqESeYU

É sempre bom estarmos atentos ao fato de que sofrimento e medo são comparsas, e que ambos subvertem valores éticos. Muito mais do que aos valores civilizatórios, refiro-me aqui aos valores básicos, fundamentais, que estão presentes em nosso cotidiano. Estes, quando corrompidos pela mediocridade dos pensamentos sofridos e medrosos, fazem-nos descambar para uma visão de mundo limitada, onde fragmentação e sectarismo são usados como ferramentas, cruéis ferramentas, que aparentemente trazem proteção e conforto. Nada floresce aí, a não ser mais sofrimento, mais medo, mais violência.


PARÂMETROS MEDROSOS - https://youtu.be/XEYqOQWNjsc

Quando se compreende claramente, dentro da gente, o que é liberdade criativa, não há mais grades que tenham o poder de nos aprisionar. O viver, que é fundamentalmente relacionamento, segue, sim, com suas complexidades, limitações, demandas, ações para viver melhor, num mundo mais harmônico, mas, flui de outra forma, pois os binômios prazer/dor e binômio punição/recompensa, fonte dos medos em nós, deixam de ser os parâmetros a determinar ser, estar e agir.


LUZ PARA SI - https://youtu.be/M4PSzZ6mADo

A expressão “ser uma luz para si mesmo” vem carregada de animadora promessa de libertação. Aqueles que investigam seriamente o assunto, dizem que a luz só é possível quando se rompe completamente com as autoridades psicológicas, impostas ou auto impostas. Será possível realizar tal rompimento sem desperdício de energia física, mental, moral, espiritual com torturas, esforços, ...? Digo que sim, e que altera lindamente a nossa maneira de responder às demandas do mundo interno e externo.


CONDICIONAMENTOS - https://youtu.be/GCsqz48JC68

Você já investigou a possibilidade de se libertar da subterrânea influência dos condicionamentos psicológicos enrijecidos? Já se perguntou se é possível estar consciente da manipulação moral, emocional e ideológica realizada por eles, e que tanto perturbam e dificultam não só as nossas relações pessoais, mas as relações humanas como um todo, sem que nos demos conta?


CONFLITO INSANIDADE - https://youtu.be/B6raXHxdk2Q

Enxergar de verdade e com clareza o quanto as relações conflituosas promovem a insanidade mental no mundo familiar, político, religioso, econômico, social, racial, ui, internacional, uuiiii hummm.


PENSAMENTO TIRANO - https://youtu.be/SyyGmPxN2E0

E o pensamento, hem? É uma ferramenta pra gente viver, sobreviver, ou é um tirano que joga com nossas vidas ao seu fel prazer?


MEDITAÇÃO - https://youtu.be/S7PMVnpj5Eo

*%&$”*#@

O que é isso de parar o pensamento, a tal meditação?


LUZ PARA SI MESMO - https://youtu.be/QzVLvHqGgYI

Ser luz para si mesmo, à revelia de toda e qualquer autoridade psicológica imposta... ou auto imposta.


LIBERDADE CRIATIVA? - https://youtu.be/_cIoxbS5Xsw

O que é liberdade criativa? Como que ela acontece? Como que se faz isso? Qual é o papel na nossa vida? Que história é essa? O que que é insight?


RESPONSABILIDADE - https://youtu.be/Ot1-BighEss

E a humanidade em nós, o mundo, a civilização, a quantas andam?

Qual a nossa responsabilidade nisso tudo, há alguma?


ESSE TAL DE EGO - https://youtu.be/VHv725QkfvY

Percebermos... Percebermos qual é o papel... Percebemos qual é o papel e como atuam os pensamentos na formação da identidade pessoal e coletiva, esse tal de Ego.


DESAMARRAR LAÇOS - https://youtu.be/HML_9Av1_VI

Ah, desamarrar os laços que nos prendem a pessoas e situações abusivas, violentas, depressivas, chatas...


CONFLITOS SÃO INEVITÁVEIS? - https://youtu.be/2Q9CYdWSMbc

E os conflitos, neuroses, em nossa vida, internos nas relações, são, mesmo, inevitáveis?


O QUE GERA SOFRIMENTO? - https://youtu.be/Of-1HlU1qz4

O que gera o sofrimento? É o fato que causou a dor ou a história que contamos para nós mesmos e para os outros sobre o fato e a dor causada? Se for assim, sofrimento é literatura pessoal ou coletiva, apenas. Ficção?


QUEM PENSA? - https://youtu.be/q0hJ0IqNB0Y

Quando você pensa, quem é que pensa?


TEORIAS SOBRE O TEMPO - https://youtu.be/zULMVcOapVM

- Pessoalmente, em termos dos nocivos efeitos psicológicos provocados, não sei o que é mais cruel, não: se a tentativa de adaptação às teorias cada vez mais complexas e abstratas sobre o tempo ou o cego atrelamento ao trinômio passado-presente-futuro.

- Você está se referindo a nós, né, seres humanos comuns, cada vez mais aturdidos e bombardeados pelas informações que vêm da ciência, da filosofia, das quais, na imensa maioria das vezes, só nos chegam fragmentos descontextualizados, ecos distorcidos, migalhas intelectuais.

- Pois é, feito miseráveis famintos tentamos processar esses nacos de informações a fim de enfiarmos algum sentido goela abaixo.

- Huhum, nos é tecnicamente impossível o pé de igualdade com essas mentes brilhantes que desenvolveram as teorias sobre o tempo, e tantas outras.

- Imagino que elas mesmas, talvez excetuando raras exceções, quando se retiram para a intimidade de si próprias e de suas relações mais próximas, tombem diante do tempo feito criança em seus primeiros passos.


MASSA DE MANOBRA - https://youtu.be/aKLrtHy25bA

Quando você pensa, quem é que pensa?

A resposta mais comum é: Eu, claro!

Claro ou escuro?

Se claro, o assunto se esgota aqui.

Se escuro, abrem-se as portas para a investigação.

A crença de que somos um “eu” que pensa pode, como toda crença, ser um condicionamento cultural, pois existe a possibilidade desse “eu”, que se autointitula “o pensador”, ser apenas um subalterno, formado pelo pensamento e sob o comando deste.

Diante disso me ocorre a seguinte alegoria: o viver cotidiano seria, então, uma “empresa”, da qual o pensamento é o “presidente” e o “eu” o “gerente”, que atua junto aos empregados, nós, a fim de que corporifiquemos os anseios da “presidência”.

Ao nos identificarmos tão visceralmente com o gerente “eu” e acreditarmos na sua mensagem de que o “presidente” detém a verdade do viver, com o perdão da palavra, fodeu, pois lá vamos nós, a massa de manobra, crentes de sermos nós a determinarmos a manobra, hehe.

Você já detectou isso por aí?

Caso sim, já observou as consequências pessoais e sociais disso?


COMPARAÇÃO - https://youtu.be/tfoBsDsvgMU

Construir a imagem de quem você é a partir da comparação com os outros é pura crueldade. Para com você, quando se avalia como inferior, e para com o outro, quando se julga superior a ele.

Crueldade gera violência, que gera mais crueldade, que gera mais violência... olha o mundo aí, como ele está!

Aliás, qual é o sentido real de se ter uma imagem de si e do outro? Afirmarmos nossa diferença? Mas para que, se é fato que na forma e no conteúdo cultural já somos diferentes uns dos outros?

Ah, é para transformar a diversidade em motivo de fragmentação, conflito. Pra que, mesmo? Além disso, você já se deu conta do trabalhão que dá “cuidar” dessa imagem?

Que tal invertermos esse nada sadio comportamento e, pessoalmente, nos comprometermos a encarar a diversidade como fator de união criativa, contribuição mutua, aprendizado, congraçamento?

E daí que o outro seja diferente? Que lindo! Por que é que eu preciso me medir a partir do outro a fim de estabelecer quem é melhor ou pior do que quem? Eu, hem, novamente, a partir daí começa toda a ladainha das narrativas do sofrimento e a competição para saber quem sofre mais.

Ei, você, olhe aí para dentro e veja bem se não anda se definindo a partir da comparação com os outros.

Caso sim, peço que observe as consequências pessoais e sociais disso.


VERBO AMAR - https://youtu.be/JnDH2ySjRY8

O verbo amar, quando é utilizado para comunicar a presença do amor em uma relação, seja ela com quem ou com o que for, exige o cuidado de que seja conjugado apenas no presente do indicativo - eu amo, tu amas, ele ama, nós amamos, vós amais, eles amam.

Isso é importante para que não se cometa o equívoco de achar que o amor é presa do tempo.

Ao se perceber que o verbo amar está sendo conjugando nas flexões relativas ao passado e ao futuro é importante ter em mente que o tempo é uma medida convencionada pelo pensamento, pela razão. No que diz respeito ao amor, razão e pensamento podem apenas detectá-lo, jamais captura-lo.

Vincular o amor ao tempo é o mesmo que se apartar dele, dando a largada para a elaboração de narrativas do sofrimento e as consequentes barganhas emocionais decorrentes das tais narrativas.

Você já detectou isso por aí?

Caso sim, já se interessou em observar as consequências pessoais e sociais disso?


NÓS, ESQUIZOFRÊNICOS? - https://youtu.be/7uSMIJwsPVc

Quem é esse você que olha para você e afirma que você está sofrendo?

Em você, quem é esse você que constrói uma narrativa sobre o sofrimento e passa a contá-la para você mesmo e para os outros?

Você alguma vez já detectou esse comportamento, digamos esquizofrênico, que se processa em nós, seres humanos? Caso sim, já se interessou em observar as consequências pessoais e sociais disso?

© 2015 by Rubens Curi

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